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Tem síndrome de down mas trabalha há já 30 anos no McDonald’s

Russel conta que quando andava na escola era deficiente, mas agora já não é: “Agora trabalho no McDonald’s”.

© Reprodução Metro/Job Support inc

Pode dizer-se que o McDonald’s é a segunda casa de Russell O’Grady. Hoje com 48 anos, conta com 30 de casa num restaurante da cadeia de fast food, perto de Sidney.

Começou em 1986 e até hoje nunca mudou de emprego. Esta poderia não ser história em lado nenhum do planeta, caso fosse comum uma pessoa com síndrome de down estar plenamente inserida no mercado de trabalho, como está Russel.
Segundo o pai, Geoff, toda a gente naquela localidade (em Northmead) conhece Russel e passa por lá para lhe apertar a mão.

“É muito carinhoso, apaixonado e amado”, revela ainda sobre o filho, que diz ter mudado completamente desde que começou a trabalhar. “Alguém disse-lhe ‘és deficiente?’, e ele respondeu ‘Era quando andava na escola, agora trabalho no McDonald’s”, conta Geoff.

Apesar de se poder pensar que poderia ter algumas limitações no trabalho, Russel provou ser tão capaz de desempenhar as tarefas normais do restaurante, a tempo inteiro.

Espera agora, conta o Metro britânico, trabalhar até aos 50 anos e ser um dos mais resistentes participantes de um programa destinado a treinar pessoas com deficiência inteletual, o JobSupport.

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com/mundo/676518/tem-sindrome-de-down-mas-trabalha-ha-ja-30-anos-no-mcdonalds?utm_source=rss-mundo&utm_medium=rss&utm_campaign=rssfeed

 

10 coisas que você nunca deve dizer à mãe de uma criança com Síndrome de Down ou qualquer deficiência

 

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Muitas pessoas ainda se sentem constrangidas na presença de pessoas deficientes, mesmo de crianças especiais com suas mães. Em virtude disso, elas ficam sem saber como agir ou o que dizer.

Se você não quiser causar embaraço ou mágoa, evite dizer à mãe da criança coisas como:

1- “Coitadinho”

Nenhuma mãe quer que as pessoas sintam pena de seu filho especial. Ela quer que elas sintam carinho por ele, consideração.

2 – “A ‘doença’ do seu filho”

Cuide bem com os termos que usar. Deficiência, esse é o termo correto. Usa-se, também, o termo Necessidades Especiais ou Criança Especial, jamais doente. A não ser que a criança esteja gripada, com problemas cardíacos, respiratórios ou com outra doença qualquer.

3 – “Sinto muito”

Não precisa sentir muito. Muitas mães são gratas pelos filhos especiais que têm, e não precisam que alguém lamente por elas. Para muitas é um período de aprendizado e crescimento.

4 – “Eu não saberia lidar com uma situação dessas”

Ainda que você queira demonstrar sua grande admiração pela garra dessa mãe, não diga isso. Saiba que se você tivesse um filho especial, você saberia lidar com ele, sim. Toda mãe tem potencial para dar tudo de si para melhorar a vida do seu filho.

5 – “Ele parece tão normal”

As mães de pessoas com Síndrome de Down ou outra deficiência têm que lidar com os conceitos “normal” e “diferente” o tempo todo. Na verdade, na maioria das vezes são os outros que as lembram disso. No dia a dia é bem comum elas se esquecerem de que há diferença entre seus filhos.

Ao mesmo tempo, elas têm ciência das características físicas, motoras e intelectuais deles. Elas não querem que eles pareçam “normais”, elas só querem que eles sejam felizes do seu próprio jeito. Se pensarmos melhor, como definir o que é normal ou não?

6 – “Nem percebi que ele tinha ‘alguma coisa’”

Você não precisa disfarçar. A maioria das mães não se ofende quando as pessoas percebem a deficiência do seu filho. Mas pode se ofender se elas mentem não terem percebido.

7 – “Por que ele nasceu assim? De quem ele herdou a deficiência?”

É um campo perigoso de invadir. Muitas deficiências, em especial a Síndrome de Down, acontecem por acidente genético. Isso significa que qualquer casal poderá ter um filho deficiente. E ainda que houvesse uma herança genética, que diferença isso faz? É um assunto que poderá trazer à tona culpas das quais o pai ou a mãe estão tentando se livrar.

8 – Usar a palavra com “R” (retard…) em qualquer circunstância

Para ofendê-la, você não precisará usar esse termo para se referir ao filho dela, basta usá-lo para se referir a qualquer pessoa, deficiente ou não. É um adjetivo bastante ofensivo para quem tem um filho com necessidades especiais. Jamais o use na frente dela. Na verdade, seria melhor se você o eliminasse do seu vocabulário.

9 -“Você vai arriscar outro filho?”

Eu ouvi isso muitas vezes, quando dizia que gostaria de ter mais filhos. Um médico geneticista chegou ao cúmulo de me dizer que eu “não deveria” ter outro filho, pois haveria tanto por cento de chance de ele nascer com Síndrome de Down também. Eu questionei: “E daí? Vou amá-lo do mesmo jeito!” Ele disse com todas as letras que os médicos não querem mais crianças assim no mundo. Foi algo chocante de se ouvir.

Bom, eu tive mais dois filhos ditos “normais”, que foram uma bênção na vida do meu garotinho especial, e na minha.

10 – Nada

Não dizer coisa alguma ou não fazer perguntas soa como se a presença da criança não fizesse qualquer diferença, como se ela fosse invisível. Aposto que nenhuma mãe se ofenderia com perguntas educadas ou comentários gentis sobre seu filho. Então, encontre algo positivo para falar e tudo estará bem.

Um conselho simples

Aja naturalmente. Sorria para a criança e sua mãe, pergunte seu nome. Olhe para a criança. Não tente desviar o olhar. É muito estranho ver uma pessoa se esforçando para não olhar para seu filho. Por outro lado, pior ainda é ver uma pessoa olhando-o fixamente, como se nunca tivesse visto uma pessoa deficiente antes. Tudo o que é feito naturalmente e de boa vontade tende a funcionar bem.

 

Jovem com Down é o empreendedor mais novo de sua cidade

Blake Pyron, do Blake's Snow Shack

Blake Pyron: assim que ele decidiu que queria abrir um truck de raspadinhas, a cidade de Sanger se mobilizou

São Paulo – A pequena cidade de Sanger, no Texas, tem cerca de sete mil habitantes. Em maio deste ano, muitos deles se deslocaram para celebrar um novo negócio: o Blake’s Snow Shack, que comercializa raspadinhas.

Porém, procurar um refresco perfeito para os dias quentes não é o único motivo da visita em massa. O líder do empreendimento, Blake Pyron, tornou-se oempreendedor mais jovem da cidade, com 20 anos de idade. Além disso, também é o único dono de negócio com Síndrome de Down em toda a cidade.

História

Quando Blake nasceu, sua mãe ouviu algo que muitas mães de filhos com Síndrome de Down costumam ouvir: que ele não poderia fazer coisas que as outras crianças faziam, como andar e falar.

“Quando você recebe uma criança com necessidades especiais, a sociedade fala para não esperar muito dela”, conta Mary Ann Pyron à rede televisiva ABC e ao programa The Texas Bucket List. “Nós decidimos ir além, dizendo para nós mesmos que tudo ficaria bem e que Blake ficaria bem. Que nós iríamos nos assegurar disso.”

Blake levava uma vida comum: cursava o colegial e trabalhava em um restaurante de churrasco. Sua inspiração empreendedora surgiu pouco após se graduar no ensino médio – um mês depois de pegar seu diploma, o local onde trabalhava fechou.

“Ele sentia muita falta dos clientes que atendia e queria um trabalho”, continua a mãe de Blake. “Em nossa pequena cidade, os trabalhos são limitados – especialmente para pessoas com necessidades especiais.”

Então, a família Pyron começou a pensar nas coisas que mais interessavam ao jovem e chegou a uma ideia de negócio: raspadinhas. “Blake ama raspadinhas, então ele simplesmente apostou nisso”, diz Mary Ann.

 

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Empreendedorismo e superação

Em maio deste ano, a ideia finalmente saiu do papel: o Blake’s Snow Shack, como é conhecido o truck de raspadinhas, foi inaugurado. Além de dono, a principal função de Blake no negócio é cuidar do atendimento ao cliente – seu ponto forte, segundo a mãe. Mesmo que conte com ajuda ao fazer as raspadinhas, o jovem é quem as entrega para os clientes, sempre com um sorriso.

Assim que Blake decidiu que queria abrir um truck de raspadinhas, a cidade de Sanger se mobilizou. Seu irmão criou opções de sabores divertidas, como “ataque dos tubarões” (azul) e “Hulk” (verde). Um amigo da família, de 15 anos de idade, foi contratado para ser um dos funcionários de Blake. Em maio, a cidade como um todo foi celebrar a abertura do Blake’s Snow Shack (veja as fotos no álbum do negócio).

Para a mãe de Blake, o filho conseguiu tudo isso justamente porque os conselhos recebidos assim que ele nasceu foram ignorados. “Você não nos conhece, e não conhece nosso filho. Então, não coloque uma etiqueta nele. Nós não colocamos, e ele se saiu muito bem.”

Mary Ann também espera que sua história inspire as mães de outras crianças com necessidades especiais a nunca colocar limites no que seus filhos podem fazer. “Eu quero pessoalmente desafiar essas mães a acreditarem nas suas crianças – não ligue para o que a sociedade lhe diz.”

Este rapaz fez uma promessa para uma menina com Síndrome de Down e 7 anos depois a manteve

Ben Moser e Mary Lapkowicz estudavam juntos em uma mesma escola quando eram crianças. A menina, que tem Síndrome de Down, era evitada por muitos dos colegas, mas não por Ben.

O rapazinho sempre cuidou de Mary e tentava envolvê-la em todas as diferentes atividades escolares. Atencioso, quando notava que a menina estava entediada, ele imediatamente a levava para o futebol americano.

A garota realmente gostou do esporte e quando os dois estavam na quarta série Ben prometeu que levaria a amiga a um baile, que ocorre no fim da vida escolar dos adolescentes.

Pouco depois Mary mudou de escola e tempos mais tarde o então adolescente cumpriu sua promessa. A jovem nunca se sentiu tão feliz como naquele dia.

“Ben restaurou minha fé na humanidade”, disse Tom, irmão da menina. A atitude de Ben é fruto de educação que recebeu da mãe, que sempre ensinou aos filhos colocar os outros antes de si mesmo, a amarem com todo o seu coração e também a lutarem por aquilo em que acreditam.

Fonte: http://www.gadoo.com.br/noticias/este-rapaz-fez-uma-promessa-para-uma-menina-com-sindrome-de-down-e-7-anos-depois-a-manteve/

Ben Moser fez uma promessa à sua amiga, Mary Lapkowicz, menina que tem Síndrome de Down, e 7 anos depois manteve sua palavra. Fotos: brightside

 Este rapaz fez uma promessa para uma menina com Síndrome de Down e 7 anos depois a manteve

Foto: brightside

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Foto: brightside

Sara Marín volta para casa com cinco medalhas de ouro nas Olimpíadas da síndrome de Down

Havia sonhado tanto em conseguí-las que agora nem acredito que são minhas”, reconhece a jovem que conseguiu alcançar seu sonho ao vencer pela primeira vez uma competição internacional de ginástica rítmica.”

 

A ginasta natural de Elche (Espanha) Sara Marín realizou seu sonho. A jovem conseguiu cinco medalhas de ouro em uma única competição: o “Trisome Games” de Florença, os primeiros Jogos Olímpicos para atletas com síndrome de Down.

Sara representou a Espanha na ginástica rítmica e agora afirma, emocionada, que não crê que as medalhas sejam suas. “Havia sonhado tanto em conseguí-las que agora nem acredito que são minhas”, reconhece a atleta.

A jovem olha e toca as medalhas. E sorri de felicidade. “Estou muito feliz, porque realizei um sonho”, reforça comovida, durante a cerimônia de encerramento da competição, como indica o “Diario Información” da comunidade valenciana.   

“Estar lá, no lugar mais alto do pódio, e escutar o hino espanhol foi muito emocionante”

Não é a primeira vez que Sara aprecia o sucesso, pois tem em seu currículo nove campeonatos da Espanha. Mas desta vez confessa que “uma lágrima me escapou. Eu estava tão feliz naquele momento, que as emoções se acumularam. Além disso, minha mãe estava na arquibancada”.

A atleta fala de seus sentimentos depois de ganhar os títulos e relata que “estar lá, no lugar mais alto do pódio, e escutar o hino espanhol foi muito emocionante”.

Sara fez história ao conseguir a melhor pontuação nos quatro aparelhos em que competiu: bola, aro, fita e maças, além da premiação pela melhor apresentação na final.

Apesar da emoção, seus treinadores dizem que por trás das medalhas de há muito trabalho e esforço. Titi Alberola e Lidia Marín disseram que “são muitos anos de esforço e, nos últimos tempos, a fim de dar um salto de qualidade, temos treinado três horas por dia, de segunda a sexta-feira”.

Orgulhosa, Alberola acrescenta que “desde março, depois que conquistou o título de campeã da Espanha, Sara se concentrou nessa Olimpíada. Tivemos que intensificar o trabalho para obter uma boa nota para o teste. Temos o melhor. Em Florença, Sara mostrou que era superior”.

Sara Marín ganhou cinco medalhas de ouro em ginástica rítmica.

Entre as felicitações que recebeu, Sara destaca a de Almudena Cid. A ex-ginasta rítmica, que disputou quatro finais olímpicas, escreveu em sua conta no Twitter: “Sara Marin arrasa com 5 medalhas de ouro na I Olimpíada para Pessoas com Síndrome de Down. Parabéns!”

Com apenas 20 anos, a jovem atleta decidiu enfrentar sua primeira participação internacional em um esporte em que não há competição federada a nível europeu ou mundial para pessoas com deficiência. Agora, eles vão lutar para que a ginástica rítmica seja reconhecida como esporte Paraolímpico.

Na verdade, Sara poderia participar das Paralimpíadas deste ano. Sua família conseguiu arrecadar 3.500 euros de várias empresas que os apoiaram para pagar as despesas de viagem. “O custo era muito alto e temos tido a colaboração de muitas pessoas que queriam realizar o sonho de Sara. Muito obrigada a todos pela colaboração”, agradeceu sua mãe.

Traduzido por: Ana Cláudia Pereira e Ana Luzia Sequeira Lemos

Fonte: http://casaprovidami.com.br/sara-marin-volta-para-casa-com-cinco-medalhas-de-ouro-nas-olimpiadas-da-sindrome-de-down/

Dauzito e a caminhada

TIRDAU TIRINHA DAUZITO CAMINHADAA forma como encaramos as adversidades e escolhemos trilhar nossa estrada da vida é mais determinante para nossa felicidade do que alcançarmos ou não objetivos específicos.

Devemos ter o cuidado de jamais nos esquecermos de que a vida acontece no agora e que a forma como vivemos o dia-a-dia, com ética e amor, no fundo é o que mais importa.    Elitan David

Persistência de diretora garante vaga a aluna com síndrome de Down no DF

Menina de 4 anos esperava matrícula em escola desde o começo do ano.
Mãe diz conseguir dormir após inscrição da filha em escola, da Asa Norte.

diretora consegue vaga para dauzita

Mesmo sem vagas e na metade do semestre, a diretora de uma escola pública de Brasília conseguiu fazer com que uma menina de 4 anos com síndrome de Down pudesse assistir aula. Uma das medidas que ela tomou para acolher a aluna foi chamar uma uma nova professora no quadro. A menina esperava por uma vaga desde o início do ano.

Aline Dantas é diretora do Jardim de Infância da 312 Norte há nove anos. Para ela, fazer com que Débora de Souza frequente a sala de aula traz benefício para todos os alunos.

“A convivência, o respeito, ele saber que existem as diferenças e que eles podem conviver juntos. O aluno que não tem essa necessidade consegue perceber isso no outro e ver que é natural, que isso é um ganho muito grande pra vida dele todo.”

Desempregada, a mãe da menina, Vanderleia Araújo de Souza, diz que só conseguiu descansar depois de conseguir matricular a criança. “Estou dormindo assim um sono tranquilo enquanto nos seis meses nãoconseguia mais dormir. Era mais chorar do que sorrir e agora estou sorrindo”, emocionou-se.

Segundo ela, o comportamento da filha mudou “totalmente” com a inclusão da menina. “Minha filha já está começando a ler a escrever, pintar. Já conhece letra, já conta até 10. Então assim o desenvolvimento esta deslanchando eu não tenho assim palavras.”

Fonte: http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2016/06/persistencia-de-diretora-garante-vaga-aluna-com-sindrome-de-down-no-df.html

Foto de avô e neto com mesma cicatriz está comovendo a internet

Imagem compartilhada no Facebook viraliza; ambos já passaram por cirurgias do coração.

 


Avô e neto têm a mesma cicatriz em formato de zíper – Reprodução Sunshine Moody

 

RIO – Cerca de 67 anos separam Allan Halstead de seu neto Kolbie Gregware, de 11 meses, mas além dos laços familiares que os unem, uma cicatriz igual, fruto de cirurgias no coração, aproxima ainda mais os dois. Esta fotografia que mostra o idoso segurando o bebê, ambos com a marca no peito, vem comovendo as redes sociais mundo afora.

A imagem foi compartilhada no Facebook pela filha de Allan, que é mãe de Kolbie. Ela escreveu na legenda que seu pai e seu filho são “Dois milagres de luta”. Segundo Brandy Gregware, o avô e o neto lutam contra problemas graves de saúde.

Ela conta que o pai já passou por duas cirurgias de coração e sofre com diabetes e pequenos ataques cardíacos constantes. Já o filho de Brandy passou pela primeira cirurgia do coração quando tinha apenas quatro meses. O bebê, que tem síndrome de Down, nasceu com um defeito no coração, além de uma doença pulmonar crônica, entre outras enfermidades.

“Eu me sento e vejo meu pai segurando Kolbie por horas, e eles conversam sobre seus ‘zíperes’ (as cicatrizes no mesmo formato). Definitivamente, é possível ver o amor e a ligação desses dois milagres de luta nessa foto. Digo isso com lágrimas nos olhos. A vida do meu pai está acabando lentamente e a de meu filho está apenas começando”, escreveu Brandy no post da imagem feita pela fotógrafa Sunshine Moody.

Fonte: http://oglobo.globo.com/sociedade/foto-de-avo-neto-com-mesma-cicatriz-esta-comovendo-internet-19499694